Com você, ando sorrindo de uma forma tão mais pura, mais sincera. E tendo uma vontade de ser mais e melhor, dia após dia. Com você, ando querendo acertar. E até os meus medos eu já deixei pra lá. Com você, ando reparando nas coisas mais banais, apesar de estar sempre distraída demais… com o pensamento em você. Com você, ando tendo sonhos tão doces, tão mais bonitos. E uma realidade mil vezes mais. Com você, ando planejando uma vida. E querendo uma só vida unida à minha. Para sempre. E sem pontos finais.
Plenitude.  (via inverbos)

(Fonte: p-l-e-n-i-t-u-d-e)

Entenda, é tudo novo pra mim. Nunca precisei tanto de alguém como preciso de você, nunca desejei tanto um sorriso como desejo o seu, nunca esperei tanto por um beijo como espero pelo seu. Eu nunca fui tão eu mesma como sou com você. Perdão se às vezes meu jeito infantil de reagir te assusta ou te incomoda. Repito, é tudo novo para mim. Sinto-me uma criança confusa diante desse sentimento, sinto-me frágil diante do medo de te perder, sinto-me pequena diante da perfeição que a cada dia descubro em você, sinto-me cega diante da luz e magia que flui naturalmente dos seus olhos e do seu sorriso. Eu não sei o porquê de tudo isso. Não compreendo a imensidão do meu desejo. Desculpe pela infantilidade que te amar despertou em mim.
Caio Fernando Abreu.   (via inverbos)

(Fonte: que-seja-leve)

A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. As vezes esse alguém aparece, outras vezes, não.
Caio Fernando Abreu.  (via inverbos)

(Fonte: romantizar)

Eu quis escrever sobre você, sobre suas maninas, sobre seu cabelo, sobre o seu olhar, sobre sua voz, sobre seu abraço sobre tudo que inclui você. Quis escreve como eu amo tanto o seu sorriso que me faz acorda todos os dias pela manhã com aquela vontade de pegar o celular e ver aquela mensagem sua me desejando um: “Bom dia meu amor.” Eu quis escrever sobre você como eu odeio aquele seu sorriso que me faz me derreter toda depois de uma briga — que você sempre acaba me ganhando, e pelo jeito sempre vai ganhar. Eu quis escrever sobre você como eu odiava a chuva, mas você me ensinou a ama-lá depois daquele banho que tomamos apos que o carro deu defeito e tivemos que irmos a pé para casa juntos. Eu quis escrever sobre você como nos dois somos a alegria de todas as manhãs, como nos dois somos a batida perfeita da melodia, como nos dois somos aquele casal perfeito dos filmes de romances que acabam ficando juntos no final, como nos dois somos o lápis e o papel para escreve a nossa própria história de amor, como nos dois somos as canções das rádios que toca todas as noites, como nos dois somos a combinação perfeita de qualquer coisa, como nos dois somos tudo que qualquer casal queria ser. Eu apostei todas as minhas fichas em nós, para darmos certos, acreditava na gente, em quanto ninguém acreditava.
Fernanda Gomes.  (via inverbos)
Tá cedo, eu digo. Não vai embora, não. Eu prometo que paro de rir de tudo o que você diz e tento te amar um pouco menos. Prometo com os dedos cruzados, mas prometo. Tudo bem, eu sei que eu sou a coisa mais difícil com que você já teve que lidar nessa vida, mas se você ficar, eu juro que resolvo algumas questões pra você. Ou deixo de ser uma pergunta. Obrigo as minhas mãos a pararem de suar de nervosismo quando estivermos juntos, eu prometo que obrigo. E você nem vai sentir meu coração batendo a todo vapor quando encostar sua cabeça pra dormir em cima do meu peito. Eu sei que o amor é um tiro no escuro, e que antes de qualquer coisa eu tenho medo, mas eu prometo, meu amor, qualquer coisa que você queira. Eu prometo.
Lunara. (via inverbos)

(Fonte: casebre)

Mas ninguém sabe de minhas guerras internas. Das intermináveis lutas que fazem de meus átomos bombas atômicas prestes a explodir em um milhão de estrelas. Ninguém sabe que, nesses dias, o céu é só um fragmento da minha tristeza. Conto-lhe sobre as granadas que estouram em silêncio, sobre os meus sonhos mortos pelo gatilho das palavras e sobre o caos que se instala em mim sem ninguém saber. Tento esconder os conflitos, instaurar o poder e cicatrizar minhas dores de combatente. Mas sinto-me sem arma, sem alma, sem amor. Ah, se pudesse desistir antes de entrar em campo de batalha. Se pudesse batalhar bravamente antes de perder as cores na Guernica pintada à mão em meu peito! Mas só há guerras: mundiais, frias ou troianas. Que duram cem anos e me deixam em farrapos, de onde não sairá nenhum vencedor. Se mortes acontecem, não existe sucesso. Só há revoluções fracassadas pelos seus banhos de sangue: francesas, inglesas e russas para uma estrangeira longe da pátria e que não consegue mudar os rumos de sua vida sem atingir uma pessoa inocente. Ninguém nunca se acha em combates, afinal. Só se perde. Vidas, memórias e estrelas cadentes que deram lugar as bombas. Amores, esperanças e vôos de pássaros que fugiram com medo das sirenes. Mas ninguém sabe das tristezas que constroem cercas ao redor do que floresce entre a fumaça e os destroços. Do que sobrou entre as flores e famílias despedaçadas. Ninguém sabe do cheiro de infância nos uniformes dos tantos mortos. Das constelações que perderam o brilho para os tanques de guerra, mas que mantiveram o amor estrelado de quem acredita na restauração. De quem acredita na alegria que há depois dos tiros, por simplesmente alcançar-se o silêncio. Na paz desarmada que toma nosso peito, que se apodera de nossa voz e grita o que nem a ditadura pode impedir. De quem acredita no mundo emoldurado na parede dos sobreviventes e na poesia que supera todos os holocaustos. As pessoas sabem do que os livros lhes contam, mas não das mínimas histórias que se perderam entre canhões e espadas. É assim conosco também: sempre há um combate cósmico por trás de nossas pupilas, com sonhos e dores tão astronômicos que nenhuma destruição em massa conseguirá apagar. Mas ninguém sabe de nossas guerras internas, e só nos resta lutar para não morrer todos os dias. Para manter viva, como quem planta em terras áridas a mais bela flor, a nossa rosa de Hiroshima.
Unirversos.  (via inverbos)

(Fonte: unirversos)

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